O Purgatório deste sábado foi prejudicado porque sua autora, Camilla Costa, estava muito ocupada dando azar para a seleção brasileira de futebol masculino no estádio de Wembley, na final contra o México.

De acordo com as acusações, ela teria levado a mesma zica do jogo de estreia nos Jogos Olímpicos – quando chegou no estádio somente para possibilitar que o Egito marcasse dois gols, para a partida de hoje. Tudo teria começado quando, em viagem ao país, ela comprou uma camisa da seleção mexicana em 2006.

Mas o conselho editorial e holístico desta publicação ainda está considerando as punições cabíveis à falta de patriotismo da colunista, à luz de novas evidências apresentadas por seus advogados.

Costa, no entanto, permanece desafiante. Ela disse ao conselho que baixou mais um disco do Café Tacvba ao voltar para casa esta noite e evoca um aparente patriotismo regional ao afirmar que nunca se considera completamente derrotada quando o Brasil perde para outra seleção da latino-americana. A não ser a Argentina.

Outros relatos que estão sendo analisados tentam diminuir sua responsabilidade na catástrofe e atribuem a derrota da seleção a uma combinação de inaptidão técnica, excesso de expectativas da torcida internacional e a pressão psicológica de saber que “We are the champions”, do Queen, tocaria inexoravelmente, ao fim da partida, fosse quem fosse o vencedor.

Fiquem agora com algumas imagens deste trágico – porém fascinante – evento.

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