Foi depois da reunião do grupo das estrelas que soube: não era fim, era recomeço. Susan Miller acaba de confirmar nos jornais. Sem bola de fogo.

Mas Paulo Coelho garantiu na revista que isso pode acontecer a qualquer momento — repare que os dinossauros não andam mais aqui.

Desde que tudo passou a dar errado, sequencialmente, começou de pouco a acreditar no que inadvertidamente chamariam de mágicas ou inexistências.

Primeiro foi um banho de flor, inofensivo. Um ano depois, tinha a agenda preenchida de encontros sobrenaturais, cuja finalidade máxima era outro canto, menos este.

Eficientemente, distraía-se da própria vida e nem era mais preciso cochichar para dizer como andava mal vestida. Nunca poderia imaginar que falavam dela.

Talvez tenha ficado um pouco triste com a notícia. Depois de tanta paz, quase sentia que precisava descansar.

Tatiana Mendonça escreve às sextas

(e está torcendo para que pelo menos este ano acabe)

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